Olá amigos ... Tenho a data exata em que ouvimos pela primeira vez em nossas vidas êsse nome: LELAND. Não era muito comum por aqui e ainda não o é. Os "Leland", em nosso país, não são numerosos. Na data que fico devendo, por enquanto, precisávamos, como em outras vezes, sair juntos para um trabalho externo. Éramos dois. EU E JORGE. E assim, saímos para cumprimento da pauta programada. Trabalhávamos em rádio. Na mesma rádio. Para nós, àquela noite, a responsabilidade profissional não seria extensa nem cansativa. Faríamos uma transmissão "mamão com açucar". Teríamos não mais que três "entradas" ou intervenções no ar. Se estou certo, não faríamos "flashs". Nossa participação seria tão somente antes e depois da transmissão. "Tipo assim"... como diria o Leland, em nossos dias: Abriríamos a transmissão e liberaríamos em seguida o som para o evento programado. Só voltaríamos a intervir depois do evento quando sentiríamos as impressões de integrantes da instituição promotora e também de algumas dentre as muitas pessoas que lotavam o ambiente. Isto feito, ... missão cumprida. Trabalho bom e fácil de executar. A emissora, nos estúdios, reassumiria a responsabilidade, seguindo de lá com a programação normal. Não são em todas as transmissões externas, rádio ou tv que, atendidas as responsabilidades técnicas, os profissionais dos microfones assumem e tocam o trabalho de forma integral ou quase isso. No caso em referência, faríamos tão somente "capa e contra-capa", isto é, abertura e encerramento. A melhor parte do bôlo deve ser sempre o recheio. Essa parte, nàquela noite, não era nossa. Era e foi do conferencista-espiritualista Divaldo Pereira Franco. Era seu o trabalho que fomos transmitir. Êsse homem foi fantástico ! Sobrou em tudo que disse. Foi convincente ! Da crença brotou uma inesgotável fonte de fé. Da descrença, uma realidade insofismável. O extraordinário orador, com impecável zêlo na colocação perfeita de cada palavra, de cada frase, fazia transparecer no semblante de todos que o ouviam, uma emoção indescritivel. Nàquela noite êle tinha decidido falar sobre DEUS. A certa altura de sua conferência interessante, bonita, bem conduzida, disse o notável tribuno: "Darei aos senhores e senhoras, sete razões pelas quais, EU CREIO EM DEUS ! E deu ! Todos as razões, irrefutáveis. As pessoas entreolhavam-se sem ter como desacreditar das vigorosas evidências trazidas à luz do entendimento geral. Uma e outra, até com alguma simplicidade no jeito de ser, mas com muito de divino em sua essência, execução e resultado. Eram provas científicas da existência de Deus. A compreensão consequente, revelava uma ação superior precisa e admirável sôbre o cosmos. Para "clarear" sua exposição de motivos, acrescentou êle uma ilustração narrando a comovente experiência vivida por madame Jane Stanford, idealizadora com seu marido da "Leland Stanford Junior University", conhecida como Universidade de Stanford, uma das cinco maiores e mais importantes dos Estados Unidos, fundada como um memorial para o filho que, com apenas 15 anos, enfêrmo, faleceu em 1884 em Florença - Itália, quando participava de uma viagem à europa. A história, que é real, que é exemplar, linda, triste e amorável, tem como protagonistas uma mãe extremada, um filho amadíssimo e querendo amar, um punhado de crianças órfãs precisando de amor, ... e dois olhos verdes como dois diamantes. Eram os olhos de LELAND, único filho de madame Stanford e de seu marido. Sôbre êsses olhos lindos, ela diria mais tarde cortada pela dor da saudade: ... "Aqui repousam os dois olhos verdes de meu filho LELAND"... Ainda sob o impacto da perda, o casal teria declarado: "Os filhos da California, serão nossos filhos". Hoje, pesquisando na internet, buscando Divaldo Pereira Franco, no Google, estou quase certo que você encontrará êsse trabalho do conferencista. Bem, prá concluir, voltemos ao relato final da transmissão. Ouvimos tudo e gravamos tudo. Não esquecemos nada ! Tanto é verdade que após quase trinta anos, aqui estou lembrando êsse fato. Porque gostei, fiz uma cópia e guardo até hoje. Meu amigo, radialista como eu e que comigo trabalhou nàquela noite inesquecível, ficou tão maravilhado com tudo que viu e ouviu que não cansava de rememorar cada tópico da preleção apresentada. Quanto às experiências vividas por madame Stanford ao lado do filho que tanto amava, JORGE OSCAR NUNES, o amigo de quem falo, ficou tão emocionado e sensibilizado pela ternura daquela jovem e preciosa vida, que chegou a assegurar-me o seguinte: "Uma vez casado, e permitindo-me Deus que eu tenha um filho, à êle darei o nome de... LELAND". Mesmo distante, estou sabendo: Êle cumpriu o que disse. O Leland, do Jorge, imagino que tenha hoje uns 27 anos ... por aí. Seu pai, quando juntos dividíamos os estúdios da RADIO DIFUSORA DE GUARAPUAVA/PR, onde trabalhamos por vários anos, sempre soube ser bom amigo e companheiro. Se o filho saiu ao pai, tem dois motivos para orgulhar-se: Nome e sobrenome. "Leland pela mescla de nobresa e simplicidade e Nunes, pela perseverança de seus pais para edificação da familia". Ainda não conheço o Leland, mas quem sabe um dia... possa dar três abraços ... pai, mãe e filho... LELAND ...
22 de nov. de 2009
7 de set. de 2009
PARATI, ARAQUARI ... O REPICAR DOS SINOS
Olá amigos ... Mensageiros ! Eis o que eram ! Sinos ouvidos, queridos, ainda lembrados. Parece que falavam com o povo. Sons festivos e esperados. Êles eram sempre assim ! o repicar dos sinos da Igreja do Senhor Bom Jesus de Araquari, cobria a cidade. Pode até ser que existam, mas até aqui nunca soube de sinos que do alto de seu campanário conseguissem passar à todo um povo e todos os dias, mensagens de tanta força, alento, paz e esperança. O que aconteceu com seus sinos Araquari ? Conversavam com os seus e com os que não eram seus. As crianças alegravam-se. Seus pais, enternecidos, emocionavam-se. Os pais de seus pais, saudosos, comoviam-se. No meio dàquela gente simples, da pesca, das madeireiras, da prefeitura, do DER e da estrada de ferro, estavam os que faziam repicar àqueles sinos. Não saberia dizer agora, como àqueles homens faziam para se organizar em rodízio, de maneira que todos que dominavam a dinâmica do "toque repicado" pudessem ter o seu dia da semana para fazer ecoar por toda cidade os festivos sons dos mais conhecidos sinos de toda região. Nunca, em momento algum, soube de alguém que estivesse declarando-se perturbado ou de alguma forma prejudicado pelos toques dos sinos de Araquari. Meus pais nasceram, cresceram e casaram ali. Seus primeiros filhos nasceram ali. Mais tarde, mudaram-se para Joinville onde viveram a vida. Eu e os demais irmãos que vieram depois, nascemos todos em Joinville. Ainda assim, quando menino, por uns dois anos vivi em Araquari com meus avós paternos. E gostei ! Estudei lá. Grupo Escolar Almirante Boiteux (Boatê). Dona Linda Sprotte foi minha professora. A escola era e ainda é, bem junto da igreja. Tenho os sinos e os seus sons muito claros em minha lembrança. Já andei um bom bocado em minha vida e jamais, em lugar algum, tive o prazer e alegria de ouvir sinos com o jeito e os sons dos sinos de Araquari. Era costume de nossa família participar todos os anos, da tradicional festa do Senhor Bom Jesus. Num daquêles anos que lá estávamos, meu pai sabendo de meu encanto pelo som dos sinos, levou-me para que eu o visse tocando-os em companhia de um amigo. Subimos o campanário da igreja e a boa distancia dos sinos mas com visão de tudo, meu pai recomendou-me que ali eu ficasse. Fiquei ! Mas estava ansioso ! Levantei o olhar e contemplei três sinos.
Vi quando êle, mais o amigo, ajeitavam-se buscando o melhor posicionamento para acioná-los. Ali, nàquele tempo era assim: Um dos tocadores subia em uma pequena escada, talvez um dois metros... e ficava de costas prá ela e nela se firmava. Entre dois sinos pouca coisa acima da cabeça e com os braços levantados, segurava um dos badalos com a mão esquerda e outro com a direita. Êsse sinos não eram grandes. Mas tinham um som excepcional e eram de fácil domínio tanto de um lado quanto de outro. Êsse tocador já estava no ponto "prá trabalhar", prá repicar. O terceiro sino, era o maior dêles. Mas exigia menos. Era bem melhor e menos cansativo lidar com êle. Amarrada ao badalo, uma corda de sisal não muito grossa, nem muito comprida. O seu tocador, ficava em pé, próximo da escada dos dois sinos repicadores. Nàquêle dia, o amigo de meu pai iria repicar. O homem era muito bom e repicava bonito. Meu pai ficaria com o sino maior. Êle funcionava como um contrabaixo ou um surdo de marcação (compasso). O que se ouvia primeiro, era uma espécie de "ritual" que antecedia o som dos três sinos "trabalhando" juntos e harmoniosamente. Eram batidas lentas, fortes, tremidas e entremeadas pelo som do sino maior que preenchia o espaço "vazio" com sons graves e precisos. Só isso, que espalhava-se prá todos lá fora, sabe Deus até onde, já era lindo de se ouvir. Em seguida a êsse "aquecimento", que ouso dizer, ... já era bonito, artístico, os sinos de Araquari tomavam conta da cidade. E ela mudava. Se revigorava. Ficava feliz. Eu vi, ouvi e nunca esqueci. Por ser criança, não pude avaliar, definir direito, na época, o que sentia. Hoje sei: Era um bem estar divino. Uma divina emoção. Uma coisa muito boa... marcante. Meu pai talvez não tenha percebido que eu o olhava com orgulho. Vi sua alegria e percebi que como eu, ficava feliz, emocionava-se ao acompanhar tocando o sino maior, o repicar magistral executado por seu amigo nos dois sinos menores. Ah... Araquari, não sabes o que perdeste ! Desde teus tempos de Parati, quando êsse era teu nome e mesmo depois que passastes a ser Araquari, teus sinos te embalaram. Quem silenciou teus sinos ? E porque ? Sempre foram, àquêles três sinos, peças de valor histórico. Vivas, ... integravam a tradição religiosa da cidade. Porque teu povo, submisso, quedou-se vencido ante uma decisão infeliz e injustificável ? Desde que, Araquari, calaram teus sinos, nunca mais fostes o que eras. Te entristecestes ! Debilitaram teu entusiasmo, decretaram teu desencanto. Arrefeceram tua fé. Abriram em ti uma ferida doída, difícil de curar. E teus sinos, Araquari,... porque não são mais como eram ? Onde estão ? Existem ainda ? Mandaram prá outro lugar ? Venderam ? Derreteram ? O que fizeram com êles ? Ao relembrar o repicar musical dàquêles três sinos, parece que vejo meu pai ali, junto dàquêle amigo, ... feliz ! Quero guardar essa lembrança. E ao contrário dos sinos que calaram, meu protesto veemente, não calarão. E tenho aqui a certeza: O dobrar inesquecível de teus sinos, sempre foram PARATI... ARAQUARI ! Mais que entristecer uma alegria, machucaram um bem precioso, ... afrontaram um sentimento sem preço ... Imperdoável insensatez !!! 23 de ago. de 2009
AONDE VOCÊ VAI SEM DEUS ? - PAIS E FILHOS
Olá meus amigos ... No rádio, por onde minha vida tem passado todos os dias e já faz tempo, sempre que podia e mediante permissão prévia, ocupava espaços que considerava úteis para inserção de mensagens de influência, estímulo, orientação e reflexão de tantos quantos à essa intenção se apresentassem. No desempenho de minha atividade profissional, por onde passei, fiz isso. A essa altura do campeonato, porém, sem ir "muito ao mar nem muito às rochas", nosso compromisso na emissora ficou bem mais ameno, comedido. As ações são limitadas e as iniciativas não são minhas. Ainda assim, temos feito alguma coisa. Sempre numa boa ! Com respeito e de forma bem natural. Agora o meu "trampo" ficou assim: Vou ao trabalho, começo, executo, encerro, deixo um abraço, volto amanhã. E mais meu camarada. O tempo no ambiente também reduziu. Para quem defendia e atacava, trabalhar no meio campo é semelhante a uma "soneca" depois do almôço. Não sou muito chegado, mas fazer o que ? Bem, vamos voltar agora àquêles espaços que falei no início. Nêles, por iniciativa pessoal e devidamente autorizado, produzia e encaminhava textos de teor ou tema diferenciado para gravação, montagem, e programação. Mesmo não sendo a pessoa mais indicada para falar sobre os efeitos benfazejos dêsses "promocionais vivenciais", por ser eu mesmo o "pai das crianças", não me falta, contudo, disposição para dizer que êles só fizeram bem, só ajudaram os ouvintes e só conceituaram as emissoras onde foram veiculados. Sinto falta dêles ou até de outros, mas de conteúdos iguais ou semelhantes, enfocando A VIDA COMO UM TODO.
"AONDE VOCÊ VAI SEM DEUS" .... Mesmo sem ser fisicamente forte ou fraco, o ser humano pode ser corajoso, determinado, imtempestivo e inconsequente. Ainda que seja valente e impetuoso, o ser humano parece desconhecer que, como tudo na vida, sua força é limitada e sua estrutura perecível. Mas quando cai em sí e consciente reconhece sua pequenêz e dependência, buscando em Deus a luz do entendimento existencial, seus dias passam a testemunhar ações fraternas, solidárias, cordiais e afetivas. Essa mudança vem de Deus e confirma Suas Palavras nos capítulos 2 e 3 de Provérbios. Leia e medite: Afinal, ... AONDE VOCÊ VAI SEM DEUS ? Pode crer: Um texto assim, nos faz pensar. Pode ler mais um ? OK ......
"... Todos àquêles que são ou que um dia forem pais, deveriam desejar conhecer os valores fundamentais implícitos tanto na paternidade quanto na maternidade. Ser pai e ser mãe, é coisa séria. AMAR é o princípio básico. O respeito à vida ensina que toda criança precisa nascer e crescer no amor e na disciplina. Ações praticadas com equilibrio, temperança e zêlo, são preciosas e capazes dos melhores resultados. A educação e preparação para a vida, começa dentro de casa. Espancar, ferir, machucar, não é educar. Não respeitar a inocência e a fragilidade de uma criança É CRIME. Não permita que passe fome ou sêde. Que não tenha o que vestir ou um lugar para dormir. Não a ofenda com palavrões, não a humilhe, não a deprecie, não a desampare. Não a faça sofrer ... "O justo caminha na integridade. Felizes os filhos que o seguirem" ... Prov. 20:7 =
Nos meios de comunicação social, ... e na política, havendo boa vontade,.. dá prá fazer ...
FORÇA INTERIOR -
Olá amigos . . . Isso às vezes é explicável, às vezes não ! É que este poder, não vem "de" pessoas, mas "na" pessoa. É coisa que "está" no individuo, no ser humano. Muitos, no revés, até parecem os elefantes. Não sabem a força que possuem. Daí, quedam-se vencidos diante do infortúnio. Os que se descobrem aptos à luta, mesmo quando ao redor o grasnar dos "corvos" seja agourento, perverso e incessante, conseguem sobrepor-se aos "arautos da desgraça" superando os mais lúgubres comentários e nefandas previsões. A atitude corajosa dos que não se deixam abater, inquieta e perturba "os mensageiros do mal", sempre tendenciosos, preocupados e extremamente incomodados com o trabalho alheio e o êxito sequente. A FORÇA INTERIOR, energia misteriosa, muito da gente, que "êles" também tem mas na pobresa mental em que vivem, sequer sabem que existe, possui poder para eliminar e dissipar os mais desairosos comentários e calúnias, desmascarando o mentiroso maledicente e revelando ao natural à sociedade quem é este,... quem é aquêle. "Quando João fala de Pedro, sei mais de João, do que de Pedro" ... É uma assertiva que merece crédito. Lembrar dela, diante de uma "boa" pessoa ou de um "bom" amigo, "dàquêles" sempre muito bem informados é, com certeza, uma ação previdente, necessária e defensiva. É como aplicar em si mesmo, uma espécie de vacina contra raiva ou um soro antiofídico. Mas não descartemos, por
conta disso, o antídoto contra angústia, desânimo, tristeza e principalmente derrota, que pode vir sim, de alguém de boa índole e coração sincero. Quando os torcedores da destruição, que só aparecem vestidos de santidade, estiverem rindo como as hienas e felizes em suas ações malevolentes, é preciso decepcioná-los levantando-se dentre os escombros e com extraordinário poder de superação fazer TUDO do NADA, aniquilando as adversidades e desmontando toda trama urdida em meio às sombras, para dissipar sonhos e justos ideais. Nêsses, nos "pregadores de justiça" (fajutos), o maior inconformismo é ter que constatar nos outros, uma FORÇA INTERIOR que nem mesmo suspeitavam existir. Desarmados, curvam-se diante do espírito vencedor tão severamente atacado para admitir, que só um movimento de perseverança contínua, otimismo imbativel e energia vital, faz brotar da experiência adversa, uma vitória buscada e merecida... (Vivi essa experiência entre 1990/91 e uma parte de 2000 e outra de 2001. Essas aves existem. Para alçar vôo, sustentam-se nos ombros de alguém. São perigosas. Piores que o "carcará" que pega, mata e come. Mas felizmente são finitas. Cêdo ou tarde se acabam... Contudo virão outras... e segue a luta. Se você crer na força interior que possui, LUTE ! E acredite... VOCÊ VENCERÁ !!! ...1 de ago. de 2009
FUNDAÇÃO 25 DE JULHO = DIA DO COLONO
Olá amigos ... Estivemos na Festa do Colono e no XV Encontro Municipal de Mulheres da Área Rural, na Fundação 25 de Julho, em Pirabeiraba. Foi um domingo de chuva e frio. Mas só do lado de fora. Onde estávamos, em uma das amplas dependências da fundação, tínhamos boa receptividade, a companhia de pessoas amigas e muito calor humano. A Banda do 62 BI abrilhantou a parte inicial da festividade e, inclusive, com o Hino Nacional Brasileiro na abertura oficial dos eventos. Entre as autoridades presentes, os secretários Eni Voltolini (PP) e Marquinhos Fernandes (PT), do desenvolvimento e educação respectivamente, Rosimeri Costa, da Assistência Social, mais os vereadores Manoel Bento e Bellini Meurer (PT), James Schroeder (PDT) e Zilnete Nunes (PP/em viagem ao exterior, se fêz representar). Rivelino, Presidente da Fundação 25 de Julho, com boa palavra destacou o crescimento da produtividade no meio rural, a resistência às especulações imobiliárias e o Plano Municipal de Desenvolvimento sustentável. O Prefeito Carlito Merss, que só este ano já visitou a Fundação 25 de Julho, por cinco vezes, enalteceu a perseverança e a dedicação do homem e da mulher do meio rural e a dedicação extremada para o alcance do melhor resultado em seus empreendimentos no labor da terra e na produção colonial.
A ministra Nilcéia Freire, da Secretaria Especial de Política das Mulheres, instituida em 2003 por iniciativa do Presidente Lula, prestigiando os trabalhos comemorativos, falou sôbre a campanha "VIVER SEM VIOLÊNCIA" - Direito das Mulheres do Campo e da Floresta. Comunicativa e simpática, a ministra foi bem recebida por todos. A vereadora Zilnete Nunes, em viagem de comprometimento firmado e intransferível ao exterior, fez-se representar e foi citada na solenidade que abriu o acontecimento. Caso aqui estivesse, Zilnete lembraria, com certeza e de nôvo, a importância do justo incentivo dos govêrnos, às aspirações produtivas das familias do campo. Confirmaria sua confiança na dedicação diária das laboriosas comunidades do meio rural, a cada dia incansáveis no trato da criação e no dedicado trabalho da terra. Zilnete costuma dizer: "Nas mesas da cidade, o suor que vem do campo. Políticas públicas e justas de incentivo e reconhecimento ao trabalho do agricultor não podem ser omitidas" ... defende a vereadora ...
OBS.: Na foto, a Secretária Assist. Social, Rosimeri Costa c/a Ministra Nilcéia Freire -
OBS.: Na foto, a Secretária Assist. Social, Rosimeri Costa c/a Ministra Nilcéia Freire -
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