30 de dez de 2008

OLHANDO A CIDADE

Olá amigos . . . Temos andado e bastante por aí. Nossa cidade é de fato agradável. Havendo disposição, pode ser melhor. E será. Para tantos quantos passam rapidamente por aqui, sentindo-a mesmo por poucas horas, impossível é sair sem levar saudade e sem guardar em si mesmos o desejo de voltar. E voltam. Alguns, até, não só voltam, como ficam entre nós residindo e trabalhando. Joinville é assim. Beleza, arte, cultura. Sabe ser atraente, acolhedora, amiga. Seu povo é querido, ordeiro, pacato e feliz. Fazemos parte dêle. Somos, com naturalidade, comprometidos com o trabalho, a prosperidade, o bem-estar e a alegria de viver. Entendemos haver em cada um de nós e até por isso, justificado merecimento para uma contrapartida nutrida de boas idéias de parte da administração municipal. Bons e viáveis projetos que vitaminem ainda mais o prazer de morar aqui, seriam muito bem vindos. Êles precisam aparecer. É que essa Joinville de tão boas e reais qualidades também tem, como outras cidades, "arestas" teimosas e incômodas que, evidentemente, as fotos não mostram. Mas existem, precisam ser eliminadas e serão ! Não há como negar ! Àquêles que vivem e vivenciam o cotidiano joinvilense saindo, andando e curtindo em passeios sem pressa pontos centrais ou lugares adjacentes, ruralistas, coloniais, que aparecem ou não nos guias turísticos, não escondem o desapontamento diante da constatação de carencias básicas que certamente por absoluta falta de vontade política seguem existindo em nossa terra. Coisas simples, básicas, que todo cidadão com facilidade define como o "beabá" administrativo, continuam complicando o direito de ir e vir das pessoas, por todos os caminhos da cidade. E não é maluquice. É só observar. Numa "passeadinha" desacelerada e calma, olhe à sua volta. Vá em frente ... siga caminhando, olhando a cidade. Não será moroso entender porque estamos todos bem prá lá da indignação ... buracos ? ooopss,.. tem mais um por aqui ... fiquemos atentos e ligeiros, senão ... mas tem também bocas de lobo em petição de miséria. Ou com muita sujeira, semi-entupidas ou entupidas simplesmente e já faz tempo. Calçadas que mais parecem "campos minados". As pessoas não sabem onde pisar, não sabem por onde passar. Não existem cuidados, conservação, reparos. Valas entupidas de mato e lixo. Serviço de limpeza ? É "manga de colete" meus amigos ... terrenos baldios ? Mais parecem "bolsões de lixo e dejetos". Êsse é assunto (e sério) para a Câmara de Vereadores e Prefeitura. Há que existir também, para o bem de todos, cooperação comunitária. Mas aí entra conscientização e os meios de comunicação social. Coisa inquietante também, é a indiferença do município com relação aos terrenos sem edificação ou com edificação desocupada ou em estado de abandono. São áreas sem cuidados e cujos visinhos clamam por atitudes ágeis, eficientes, solucionadoras... E NADA ! E assim, o desenho perigoso da situação começa a ganhar contornos preocupantes e ameaçadores. Esgotos a céu aberto? Tem demais ... lamentável realidade ... uma tristeza ... é fator que gera preocupação para todos, risco de enfermidades para crianças e adultos e envolvimento da área da saúde já sobrecarregada no atendimento diário à população. Árvores de tamanho médio nas calçadas, em esquinas existe em Joinville ? Sim, existe ... fazer o que ? cortar ? derrubar ? não há necessidade de chegar a êsse extremo. Mas para evitar que alguém saia correndo com uma motoserra nas mãos, é melhor dizer logo o que pode ser feito. SERVIÇO DE PÓDA. Isso mesmo. É só PODAR (sempre na época certa) e não haverá mais problema para quem está de carro, quer avançar e não pode fazer isso com segurança porque NÃO TEM VISIBILIDADE SUFICIENTE ... mas paciência tem que ter. A ousadia pode custar caro. E o que dizer das faixas de segurança ? Essas, periódica e rigorosamente devem e precisam ser REPINTADAS. (até, que são... mas demooora). Em muitos pontos, inclusive centrais, elas praticamente inexistem tamanho o estado de "desnutrição" em que se encontram. Em outros, elas não foram acrescentadas. Por extensão natural, ... mais semáforos e sinalizações, redutores de velocidade e até lombadas, são carencias que a cidade reclama. E o trânsito ? É preciso repensar. Urgente ! E as praças ? Bancos decentes, área infantil, espaço de lanches e sorvetes, flores, folhagens, plantas ornamentais, árvores, banheiros, água e duplas "Cosme e Damião" da Policia Militar, para garantir a ordem e a respeitabilidade pública. Algumas praças estão ressurgindo com modificações. Tem outras que precisam ser lembradas. Cabe ao próximo govêrno de Joinville, atacar o vazio .. ou não. Com o tempo regulamentar já esgotado e não havendo prorrogação, só resta agora esvaziar as gavetas, olhar em volta ainda uma vez e ... tocar em frente. "A vida é como a gangorra nos movimentos que tece, quando eu desço você sobe, quando eu subo, você desce" ... é a definição do cancioneiro popular. Quem ganhou, ganhou... quem perdeu, perdeu. Enquanto um sái, sem chance de deixar saudade, outro entra, coberto de responsabilidade. O que sai, fez, ... mas poderia ter feito mais, com o povo, pelo povo, para o povo. Não foi bem assim ... E teve 6 anos de govêrno, de comando ... o resultado das urnas, diz tudo. O que entra, ... sabe perfeitamente o que o espera. Tem uma herança deixada pelo seu antecessor que precisará entregar ao povo, ... concluida. Tem "essas coisinhas" comentadas aí em cima, tem o Plano de Govêrno ( dêle, Carlito,...que não é fraco) e que muita gente fará questão de conferir dia a dia, ítem por ítem. Tem o compromisso assumido com os aliados do segundo turno das eleições. Tem, por fim, o movimento administrativo estratégico que fica sempre de plantão para, no "disparo" da emergência, ou no piscar da "luz vermelha", priorizar todo o aparato, assistência e atendimento que o fato exigir. CARLITO MERS - Deputado Federal (PT) e prefeito eleito com mais de 170 mil votos, sabe de tudo isso e bem mais, com certeza ... e na observância fiel a essas projeções de natureza politico-administrativas poderá constituir-se num prefeito cuja história de govêrno, austeridade, transparência, realizações e popularidade, tem grandes possibilidades de romper todos os limites estatísticos das administrações joinvilenses. Terá reconhecimento, apoio, aplauso. Merecidos ! ! ! Conseguirá ? Agora uma última perguntinha prá fechar o assunto: Sinceramente, prá você, como será o govêrno do prefeito Carlito Mers (PT) em Joinville-SC: .. ÓTIMO - BOM - REGULAR - RUIM ? ... E PORQUE ? ... Comente ... ... Grato. ...

28 de dez de 2008

SOBREVIVEMOS... ATÉ AQUI

Olá amigos . . . Por tudo de bom ou ruim, temos que agradecer. Afinal, até aqui, sobrevivemos ! Que venha 2009 com seus desconhecidos e misteriosos dias. No total, 365. Outra vez e otimistas, precisamos encarar as realidades inimaginaveis que surgirão normais ou surpreendentemente bem diante de nossos olhos. Seja como fôr, a esta altura do campeonato, já sabemos, no mínimo, que trabalhar, sonhar, querer, ganhar, perder, rir ou chorar, são ingredientes da vida. Há em cada um de nós, um poder extraordinário que nem todos percebem. Podemos chamar de Força Interior. É coisa extraordinária. Por mais fragilizados que nos descubramos nos vemos, com ela, repentinamente fortalecidos, reestruturados, em condições de "atravessar o deserto" para alcançar o oásis. Essa consciente reação, tem o incrível poder de descomplicar, animar, acalmar e apontar caminhos e atitudes que somente com serenidade, equilibrio e firmeza seremos capazes de percorrer. Temos lembranças das experiências já vividas ? boas ou más ? E o que dizer das mais recentes, dessas que ainda há pouco nos atemorizavam parecendo muralhas gigantescas e dificeis de serem superadas ? Descobrimos, encontramos em nós àquela força que sempre esteve conosco. É nossa ! Está em nós ! Muitos, entretanto, se angustiam e sofrem, porque sentem-se isolados e fracos. Quedam-se inertes ante o amargor da desventura. Desolados, sequer lembram da energia reabilitadora que carregam em si mesmos. Prostram-se, submissos e resignados sob o domínio das circunstancias, situações ou dias de adversidade. Observe, não somos PROSTRADOS por qualquer dos fatos contrários que insistem em nos vencer,... NÓS É QUE NOS PROSTRAMOS diante de qualquer dêles, como seres indefesos e completamente desprovidos de qualquer movimento recuperador. Mas há em mim e em você força suficientemente a altura para alcançar com determinação, bravura e confiança, a mais justa e significativa vitória. Prá tráz, bem prá tráz, mesmo que nos esforcemos em pensar tentando lembrar, tem muita luta que vencemos, quando já nos julgávamos derrotados. Já era a fantástica Força Interior erguendo-se dentro de nós em defesa de nossa vida, de nossos sonhos. É benéfico não esquecer: 2009, o ano que também queremos viver, viverá exatos 365 dias. E nós ? Não há jeito de saber. Como nenhum poder temos sobre a vida, não somos dela o criador, mas criaturas, procuremos, então, vivê-la intensa, prudente, agradável, respeitosa, alegre, compreensiva e pacificamente. Assim, em cada um dos dias vividos,... DE FATO viveremos. Entendendo nossa vida como uma emprêsa que precisa crescer e buscando os conhecimentos eficazes para isso, por certo haverá prosperidade. Se não fôr essa a disposição, convenhamos, o caminho trilhado pode levar ao fracasso. À ruína. Faça sua opção ! Tomara cheguemos, também, ao final de 2009. Em lá chegando, êle, o 2009, terá cumprido seu tempo. Vai parar... quem sabe nos seja permitido continuar... gostaríamos de ter um pouco mais a companhia de nossos familiares e de tantas outras pessoas queridas e de bons e valiosos amigos merecedores de nosso apreço e tão importantes em nossa vida. Com êsse objetivo, vamos em frente ! Acreditemos e busquemos com honra o melhor resultado também no nôvo ano. Lembremos: "Sem fé, nao dá prá viver" ... querendo, comente.........

27 de dez de 2008

RIOS + LICENÇAS = DRAGAS - CHEIAS ...

Olá amigos . . . Deveria ser assim, como vemos aí em cima. Rios, mais licenças, igual a dragas, menos cheias. Isso para que sempre tivéssemos assegurada a contínua e boa condição para vazão das águas. O que só deixaria de acontecer, diante de um fenômeno da natureza, por certo explicável e compreensível. Rios sem dragagens, viram rios sofredores que clamam por um serviço de dragagem ou limpeza executado de forma alternada mas permanente. Rios sem êsse cuidado, vivem mal e "falam" dêsse mal-estar às populações ribeirinhas e às autoridades. Essas, principalmente, que deveriam entender o "preste atenção" dos rios, parecem ser exatamente as que menos entendem, ... ou fazem de conta. Êles mostram aberta e claramente aos olhos de quem quiser ver, a forma inumana como são tratados por gente que afogada na inconsciência de seus atos, insiste em lançar no rio mais próximo, além de lixo e dejetos, também coisas absurdas, inacreditaveis. Nossos rios permanecem no abandono em que foram largados e subsistem de mal a pior entulhados de porcarias. E ninguém faz NADA ! Se alguém fazer tremular por aí, em algum lugar, a bandeira de um mutirão com a participação da comunidade para limpeza de rios tem, desde já, nosso voto contrário. Lamento, mas não farei parte da iniciativa que entendo louvável, mas errada. É bem porisso que nossos rios sofrem. É só o que falta mesmo ! Marmanjos absolutamente inconsequentes e irresponsáveis e até crianças desorientadas"inundando" os rios de garrafas e latas de todo tipo, pneus, armários e sofás inuteis, pias quebradas, cacos de vidros, recipientes e sacos plásticos, produtos tóxicos, animais mortos, etc... e nós todos, colegiais, ongs, associações de bairros, comunidades religiosas e tantos quantos de forma voluntária saem em defesa da vida, nos reunindo de tempo em tempo em "mutirão" para combater e desfazer os incriveis atos de vandalismo cometidos contra a natureza e a vida com cruel e absurda inconsciencia, como se isso fôsse coisa "natural", sem importância alguma e até divertida. E lá vamos nós "esgotar" dos rios a"inundação" de lixo nêle acumulada. Mas estejamos certos. Logo, teremos que repetir o esfôrço coletivo. Mas isso tem que acabar ! Limpar, desobstruir, margear, e aprofundar rios, é coisa de govêrnos e de dragas. Elas, aliás, estão aí para isso. É só chamar e enquadrar o serviço nos dispositivos de lei controlados pelas instituições ambientais e pronto. Daí prá frente, é com as dragas. Quanto a educar para o meio ambiente, é coisa de famílias, pessoas conscientes, igrejas, sindicatos e demais instituições, além de organismos estudantis, imprensa em geral e, é claro, do meio político e dos governos.Temos conhecimento de casos em que os maus tratos foram e tem sido tão impiedosos que espécies marinhas morreram e seguem morrendo aos olhos da indiferença humana. Rios que antes convidavam a felizes pescarias, são hoje desvalorizados, depreciados, tidos como objetos de degradação pública. O estado de penúria pela concentração de impurezas é tão grande que chega a exalar e estender por suas margens um incontido e irrespirável odor capaz de causar inquietude, repulsa e desejo imediato de afastar-se do local. Que tristeza ! Ontem, queríamos proximidade. Hoje, quanto mais longe melhor. O mutirão que falamos pouco antes, é coisa que só deveríamos motivar e praticar, não específicamente para evidenciar NOSSA responsabilidade para com a natureza, mas para mostrar e provar, isto sim, a IRRESPONSABILIDADE e até, perdoem... os sintomas de insanidade humana que revelam-se nas toneladas de entulhos atirados em nossos rios que, absolutamente, EM NADA se parecem com monturos onde devem ser depositadas dejeções, imundícies e lixo de toda ordem. Às gerações que crescem agora, AULAS de respeito, amor e cuidado para com o meio ambiente, ao invés de convites para "mutirão de estudantes". Os insanos seguem maltratando e destruindo. Os conscientes, crianças, jovens e adultos, seguem lutando no serviço de reparação aos estragos repetidos por anos e anos. Temos em nossa avaliação bem modesta e que não é definitiva, nem especializada, UMA alternativa. Insistimos nela: SÓ a educação ambiental a partir da própria casa, passando pelas escolas, demais organismos e continuando em textos promocionais educativos nos veiculos de comunicação social, poderá ajudar e muito, na formação de mentalidades protetoras e não destruidoras, construtivas e não destrutivas. Pela seriedade do assunto, permita-nos, vamos enfatizar: Isso tem tudo a ver com administrações, com govêrnos, homens públicos, escolas, faculdades, empresas. Mas,... e as dragas ? Alguns de nossos rios, caso repentinamente sejam surpreendidos com a visita de uma delas, poderão secar de susto. É que recentemente houve uma audiência pública imposta pelas últimas cheias em Joinville e nela, na audiência, pasmem os amigos, os próprios órgãos ambientais acabaram confirmando que nos últimos anos, NINGUÉM pediu licença para serviços de dragagem. Mas tem um aspécto QUE É LEGAL e que pouca gente conhece. Porém, quem precisa mesmo conhecer são os setores ligados a administração pública, que tem suas responsabilidades extensivas até a consideração, respeito e cuidados para com os rios do município. Há, antecedendo ao fornecimento da licença para os trabalhos de dragagem nos rios, uma lista que vai desde os estudos de viabilidade técnica e econômica do serviço, até o relatório de impacto ambiental, entre outros ítens indispensáveis. Há, ainda, a situação local de alguns rios para outros quanto às suas realidades hidrográficas. Como se isso não bastasse, é preciso manter um serviço periódico de dragagens, em razão do rápido volume de terra que vai enconstando e acumulando ao longo do leito dos rios. Êsse é, por exemplo, o quadro em que aparecem os rios do Braço e Águas Vermelhas. Num primeiro instante, conhecendo os detalhes técnicos de um e de outro, a solução aparente seria retirar as familias que se encontram nas áreas onde os alagamentos são mais constantes. Essa conclusão, entretanto, é bem mais complicada que a própria dragagem. Logo, melhor suprir as exigências legais no tempo que for preciso e iniciar e manter em períodos alternados necessários os serviços de assistencia e manutenção dos rios, aumentando a profundidade e melhorando a vazão das águas. Segundo familias visinhas ao Rio Águas Vermelhas, se a fórmula rios + licenças, igual a dragas, for mantida, as cheias (caso voltem), não subirão como da última vez... esperam... confiantes ... O que você acha ? Se quiser, por gentileza, faça seu comentário sobre tudo o que expusemos aí em cima... Grato !

HÁ VIDA PARA VIVER

Olá amigos . . . Notícias vão e vem no dia a dia em quantidade suficiente para ocupar todos os espaços dos trabalhos de jornalismo, seja no rádio, jornal, revista, televisão ou internet. Uma dessas informações e recentes, traz ao nosso conhecimento a postura apreensiva do deputado federal Paulinho Bornhausen, com relação as verbas asseguradas pelo govêrno federal à Santa Catarina, para atenuar o saldo devastador deixado pelas últimas enchentes. O parlamentar catarinense alerta e acrescenta que os demais deputados precisam e devem também ficar atentos. É que a ausência dêsse cuidado, segundo seu entendimento, poderá propiciar que as verbas anunciadas uma vez liberadas de fato, acabem sendo DILUIDAS na BUROCRACIA. Mas o que é isso ? É sabido, que a ajuda ao estado para restauração de rodovias, pontes, ruas, casas, escolas, ... não é suficiente para suprir com plenitude todas as necessidades. Mas mesmo assim, convenhamos, é ajuda considerável. Agora, ... "DILUIR" na burocracia ? O que, de verdade, está afirmando o deputado prá todos nós ? Nosso entendimento primeiro, é que êle está pedindo vigilância. Nêsse caso, parece previsão meteorológica, falando de "nuvens carregadas", quem sabe passageiras mas com tempo instável, algo indefinido. Será ? No contato com a imprensa e discorrendo sobre o assunto, disse o deputado: "Estou alerta, porque quando acaba a comoção, entra a burocracia". Mas o que quer dizer, nas palavras do deputado, o têrmo "diluir" e a qual "burocracia" êle faz referência ? Esta, em sua essência e neste caso de socorro sem demora, não deve sequer ser cogitada. Toda "complexidade" de "trajeto" da verba até o destino, uma vez liberada, tem que ser banida para fluidez agilizada de todo o processo. A morosidade diante de uma determinação presidencial proclamada para o pais ouvir, mais o clamor e o sofrimento de um povo, devem justificar atitude punitiva exemplar. Tem uma perguntinha aqui incomodando um pouco. É o seguinte: Qual mesmo é o montante REAL dos reai$ que serão liberados para Santa Catarina ? Saberemos prá onde irá cada centavo ? Enquanto isso, por entre escombros, já quase sem lágrimas para chorar e pisando o perigoso chão das cheias, perdas e dôres, ... nosso povo trabalha, ... segue trabalhando. Porque reconstruir é preciso. Há vida para viver. Se quiser comentar, fique a vontade ... e comente ...

21 de dez de 2008

FELIZ ANO NOVO SR. ADELIR ALVES

Olá amigos . . . Não temos dúvidas ! Mesmo com grandes dificuldades no duro e exigente campeonato da luta pela sobrevivência, coisa que vem atazanando a vida do JEC de ano para ano já há bom tempo, supomos que no ocaso de 2007, em cima das perspectivas sonhadas para 2008, o senhor Adelir Alves, então presidente tricolor, deva ter sido bem mais cumprimentado que nêsse final de 2008. É que lá no "passado", ainda bem presente, vários nomes muito simpáticos e bem chegados às lides esportivas tricolores, "embalaram" no coração do "seu Adelir", o sonho da ressurreição jequeana acreditando na "varinha de condão" do mago Wanderley Luxemburgo, em sua emprêsa de administração e de "estratégias" esportivas e no trabalho de profissionais experientes que designados pela WL Sports teriam a incumbência de recomendar contratações, montar e preparar, finalmente, um novo JEC para a cidade, torcida e estado. Por conta dessa expectativa, deduzimos,o senhor Adelir Alves recebeu bem mais abraços, cartões de feliz natal, boas festas e feliz ano novo do que, quem sabe, nêsse novo final de ano. Também não faltaram convites para entrevistas. Por falar nisso, nàqueles dias, grassava na imprensa esportiva com algumas exceções, o prognóstico e até, para parte dela, a certeza de que o novo rumo do futebol profissional de Joinville traria, de volta, a alegria que já teve a torcida jequeana e hoje não tem mais. Não trouxe ! Infelizmente o projeto não deu certo, ... foi um fiasco.
O JEC naufragou e a alegria não voltou. Cronistas cautelosos, que veladamente deduziam o que poderia advir caso erros já conhecidos se repetissem, sabiam e tinham do que e como falar. Afinal, alertaram sôbre indisciplina de atletas, contratações de risco e falta de determinação (disposição para vencer nas quatro linhas). Os outros, da mesma área, que "sopraram o balão" seduzidos pelo canto da sereia, não tendo muito o que dizer à seus ouvintes, "tocaram a bola" do jeito que deu...deixando o tempo passar... Mas ... e o "seu Adelir"? Não temos como avaliar de que forma administrou a adversidade inacreditável que experimentava. Mas, por certo, à sua volta, já não estavam todos àqueles "amigos" do "apêrto de mãos, dos abraços e dos augúrios de boas festas" do final de 2007. Sua família era o apoio bem presente. E como sempre, continua com êle. A vida tem nos mostrado que é assim. Mas demoramos para admitir. Pode reparar: No instante em que mais precisamos de fieis entusiastas que nos parecem tão próximos, tão companheiros e tão prestativos, olhamos à nossa volta e não vemos nenhum deles. Somem-se todos ! Íntimamente desolados, nos descobrimos num getsêmane. Abandonados. Nosso entendimento é que isso, de certa forma, ocorreu com o "seu Adelir". A impressão que ficou e permanece é de que os "companheiros" afastaram-se do convívio com a presidência até para que não fossem de alguma forma considerados partícipes ou influenciadores da malfadada parceria com a WL Sports, alardeada como especialista em gestão esportiva. E assim, o nome sempre presente nas avaliações inconformadas da imprensa esportiva e da torcida, era exatamente o nome do presidente. Só o dêle. E quase ninguém lembrava que foi justamente êle, Adelir Alves, o único que "cedeu" aos insistentes e bem articulados convites para assumir a presidência do JEC quando, nem em sonho, ninguém queria sequer ouvir falar em tal coisa. Houve ingenuidade como se chegou a comentar ? Pode ser ! Quem sabe quando acreditou que contaria de fato com valiosos colaboradores na direção jequeana. Não contou. Muito mais a partir dos resultados negativos que foram aparecendo. Ainda assim, buscou fórmulas e com elas condições de administrar. Prestou contas do que, sempre exigido e pressionado, conseguiu fazer. Nas salas administrativas "seu Adelir" cumpriu seu papel. Fora delas, havia uma empresa de ESPECIALISTAS da bola. Estava COM ELA e não COM ÊLE, a responsabilidade de armar um time altamente competitivo e convincente. A parceria foi firmada para fazer isso. Não fêz ! Quanto a presidência do JEC, em sua área de atuação naquele período, cumpriu seu papel. FÊZ o que tinha que fazer. Mesmo sob pressão, incompreendida, depreciada. Já, no trabalho de campo, os "mestres das 4 linhas" não se deram bem. O que se viu foi um trabalho desastroso, decepcionante, desalentador. Com o insucesso, a equipe da WL Sports, que era de fora, aqui capitaneada pelo senhor Ocimar Bolicenho, foi embora. Como era preciso um culpado local, o "seu Adelir" foi o eleito. Ainda assim, hoje, aparentemente impassível e com a indignação interna e familiar bem controlada, ele vai vivendo... longe do JEC e com seus "amigos" longe dêle. Continua sereno, pacífico, íntegro. Foram frios e injustos com quem só trabalhou. Alguém com acêrto falou certa vez: Antes só, do que mal acompanhado... Melhor assim. Educado e amável como sempre, êle segue à vida...EM PAZ, finalmente. Tem um tempo consideravel que não nos vemos. Mas o apreço é o mesmo. Para o senhor e sua familia, .... FELIZ NATAL... FELIZ ANO NOVO ! ...............

11 de dez de 2008

ELES NÃO SABEM PORQUE FAZEM

Pe. Luiz Fachini
Olá amigos . . . Outro dia comentamos aqui a ação REPETIDA e malfazeja de alguns desocupados e baderneiros que arrombaram, vandalizaram e roubaram cosinhas comunitárias mantidas pela Fundação Pauli Madi, criada e dirigida pelo idealista incansável, Pe. Luiz Fachini. A disposição dos marginais para a prática do absurdo é tanta que já extrapola a indignidade do próprio ato e alcança o inconformismo e a revolta quase incontrolável de quem, com esfôrço, supera limites para assistir e alimentar crianças carentes em nossa cidade. Queixa-se o Padre Fachini, propulsor do projeto: "A cada ato de roubo e vandalismo, fazemos o que temos que fazer. Às autoridades policiais, relatamos o fato em todas as suas minúcias, registramos um "B.O" e ficamos na expectativa de alguma coisa. Mas NADA acontece". O lamento do sacerdote, tem sentido. Esperando uma ação investigativa policial, fica na expectativa de informações que entretanto não chegam... nem chegarão, infelizmente. Toda a ação malévola dos ladrões e destruidores, "estaciona" no "B.O". E parece dali não sair. Enquanto isso, tranquilos e animados pela "serenidade" policial, os inimigos do bem público preparam e consolidam ousada e despreocupadamente novos ataques aos alvos previamente escolhidos. Porisso êles tem voltado às cosinhas comunitárias do Padre Fachini e das crianças carentes.
Foto: Salmo Duarte/AN
No amanhecer do dia 11 de dezembro "visitaram", pelo telhado, a Cosinha Comunitária Amiguinhos de Jesus, no bairro Estevão de Matos. Levaram roupas, calçados, mais de 110 quilos de alimentos, inclusive enlatados. Mantimentos e vários objetos foram esparramados pelo chão e pelo quintal da cosinha. Ali, diariamente, recebem cuidados e alimentação adequada e de qualidade, consideravel número de crianças pobres. Agora a restauração do lugar e a reposição alimentícia, vai determinar, lamentavelmente, a suspensão por alguns dias do atendimento habitual às crianças. No último mês, foram roubados o equivalente a mil e quinhentos reais em frangos. Por favor, apela o Padre Fachini: Algo precisa ser feito urgentemente. O sistema, a dinâmica, a tática, a estratégia, enfim, o trabalho competente e investigador da força policial TEM E DEVE acontecer para que, detectados os "tumores", possam ser exemplarmente extirpados do meio e do convívio social. A falta de combate ao movimento pernicioso dessa laia, contribui para a continuação despreocupada dos ataques. São perversos, saqueadores e destrutivos no que fazem. Precisam ser contidos. Mas porque agem assim ? Não sabem mesmo o que fazem ? Hoje, quando novamente a bondade do povo é agredida e as crianças desrespeitadas em suas necessidades básicas, mudamos o critério de nossa avaliação. Êles SABEM o que fazem. Êles só não sabem É PORQUE fazem ! E dificilmente admitirão a razão dêsse comportamento. Nós a mencionamos logo nas primeiras linhas dàquele texto que escrevemos aqui sobre o mesmo assunto e que postamos em novembro. INCONSCIÊNCIA. Eis a razão. Ela é vitaminada pelo descaso, indiferença, frieza. Os que não tem consciência agem destituidos por completo de tudo o que possa existir de bem e de bom nesta vida. Pode revelar-se no meio em que vivemos.
Foto: Pena Filho/AN
Quando o desenvolvimento humano é pautado por uma vida doméstica ou adjacente nessas condições, não saberemos, a partir da fase juvenil, estendendo-se à adulta,... entender, avaliar, admitir ou respeitar, o trabalho, o esfôrço e a dedicação dos outros, para a realização de projetos e o alcance de objetivos. Não consideramos nada disso. Não queremos saber. Inconscientes, pois ignoramos virtudes valiosas da vida, o que fazemos ? Tomamos à força a parte que nos interessa do suor alheio, enquanto que a outra parte, ... vandalizamos, ... destruimos para mostrar poder e acrescentar temor. E assim, seguindo impunes, sem nenhum tipo de "incomodação", vamos entender que podemos continuar agindo, atacando, roubando, aniquilando. Afinal, nós decidimos e executamos. Nós temos a força... êles o mêdo. Nós usufruimos... êles trabalham. Nós rimos... êles choram... Mas a vida é assim ? Já não estamos bem além da hora da execução de providências para mostrar a quem precisar saber com quem verdadeiramente está a força ? A hora avança. A impunidade cresce. Urgem exercícios efetivos de combate à criminalidade para inibição do mal e valorização do bem. A Fundação Pauli Madi, as cosinhas comunitárias, o Padre Fachini, suas crianças e a cidade, saberão agradecer. Com a palavra, nossas autoridades da área de Segurança Pública. Querendo, comente ! Ficarei grato por sua consideração . . .

6 de dez de 2008

GOSTA DE MÚSICA ?

Olá amigos . . . E então ? Gosta de música ? Ela, não demora para chegar aos nossos ouvidos. Não muito após a concepção, já está conosco. Caso nos falte a audição, a música aflora à alma pelo poder sensitivo da vida. Mas de uma ou outra forma, mais cedo ou mais tarde, a música chega em cada um de nós. É inevitável ! Podemos aceitá-la ou recusá-la. Ainda bem ! Isso nos dá o pleno direito de escolher, para acolher. Ou não. Só não podemos, nem temos como, é deixar de senti-la. Estará em nós ou muito próxima. Caminha em nossos caminhos. Impossivel enumerar os corpos da música e seus compartimentos. É muita música. E por todo o mundo. Pelo menos seis fatores que tem muito de sentimento, fazem parte da história musical do universo: "Criatividade - originalidade - inspiração - musicalidade - interatividade e sensibilidade". Três são os elementos que lhe dão personalidade e beleza: "Harmonia - melodia e rítmo". A diversidade é extraordinariamente fantástica. É capaz de revelar em si mesma, em seu jeito de ser e aparecer, a característica de sua origem. Não é em todo lugar que a música tem liberdade. Mas para nós, o gôsto musical é livre. Como tal, precisa e deve ser respeitado. Não obstante, mesmo que alguém não concorde, as variações musicais, hoje, tem possibilitado na exploração da linha difundida como "brega", a propagação de melodias simplistas, letras ridículas e interpretações que nos induzem a questionar: Como é possível ? Mas, ainda assim, tem quem ouça... e goste. Respeitemos ! Os gêneros multiplicam-se. Até por isso, as variadas tendências e preferências. Por outro lado, agrada saber, a obra musical de elevado quilate, é volumosa e incursiona por vertentes atrativas e de compassos melódicos capazes de envolver e conquistar os mais exigentes ouvidos musicais. Os estilos mais acentuados, medianos ou suaves, atraem pela "engenharia" na junção das notas. Percebe-se na harmoniosa "construção" motivos talentosos que alcançam as mais apuradas sensibilidades. Vindo, na extensão, uma letra firmada numa inspiração sublime, num coração poeta e na qualidade de um compositor "cabeça", o trabalho tende, naturalmente, a repercutir e a abrigar-se na alma musical de quem sabe e quer valorizar sua vida e seus momentos. Musicar nossos dias com canções que melhoram nossos sentimentos, é escolher certo. É optar pelo lado bom da vida. Boa música, significa alegria, prazer, emoção, confôrto. É, também, enternecer, consolar, orar, fortalecer. A música, pode acreditar, é boa companhia. Para que saibamos de música, mesmo um pouco ou o mais que pudermos, não precisamos, necessariamente, sermos instrumentistas. Basta desejarmos ouvir... e receber a música em nós. Os meios que nos aproximam das informações sobre música, são vários e bastante acessiveis. Conhecer suas raízes, ensinamentos e influências entre os povos, é abrir o coração às benesses sonoras de um bem cultural de inestimavel valor para todos. A música, só faz bem. Contentes ? Maior será nosso contentamento. Emocionados ? Crescerá nossa emoção, às lágrimas até. Tristes ? Será um bálsamo consolador. Sofridos ? Grande será seu confôrto nas nossas dôres e amarguras. Enfermos ou irados ? Virá como um lenitivo, trazendo prudência e serenidade. A música é festa e união, confraternização e alegria, harmonia e ternura, sentimento e inspiração. Não havia, até então, pensado nisso, mas me vem, agora, uma pergunta interessante. Como seria a vida sem NENHUM tipo de música ? 1) Ruim ... 2) boa ... 3) ou com a sensação de que alguma coisa estaria faltando ? . . . Vamos pensar juntos ? Me dê êsse prazer . . . aguardo a gentileza de seu comentário . . . fique a vontade . . .